Quando completou 13 anos de idade ela já se cansara de viver em sua tribo, então começou a viajar de tribo em tribo em busca de maior conhecimento, aprender sobre seus semelhantes e se comunicar, além de trocar histórias, idéias e poder, descobrindo mais tarde o antigo pacto de Manom e bebendo a água da vida, encontrando inúmeros inimigos e aliados em sua viajem, como pajés e diversas criaturas.
Ela enfrentara o demônio das chamas que queria destruir o seu lar incendiando, onde ela aprendera a invocar o elemental água e vencendo e aprisionando-o em uma espada cujo poder desde então era baseado no fogo.
Ela enfrentara um pajé que queria sacrificar uma família inteira em troca de chuva, já que toda a aldeia aceitava, menos a família em questão, então graças a habilidade de manipular a água salvando a família e trazendo chuva a tribo...
A Viagem de Zariel
Cansada de viajar por seu povo, dimensões próximas, e querendo conhecer outros locais, já que também não encontrara pretendente de poder ou valor, saiu em busca de conhecimento e poder e alguém que ajudasse a ter uma filha, querendo aprender mais sobre o mundo as pessoas e os seres que vivem nele, além de conhecê-lo por todos os ângulos, criou uma bolsa de bambu, de árvore Zariel, pinheiro, eucalipto, e menta, além de muitas outras árvores de propriedades mágicas e elementos mágicos e pedras especiais, se tornando uma bolsa infinita e leve, depois colocando inúmeras frutas, raízes, e comidas preparadas pela sua amiga Joconaia que também fora com ela na viajem, mas se fusionando em sua sombra, criou mais tarde uma canoa mágica com asas de borboletas cor violeta, começando a viajar pelo ar seguindo o mar em busca de novas terras, viajando por muitos dias ela chega a uma floresta, cheias de animais que nunca vira antes em sua vida, andando com uma tanga de penas, ela começa a conhecer alguns cavalos diferentes, cervos os lobos entre diversas outras criaturas, mantendo-se escondida na floresta.
Quando de repente um dia ela vê uma mulher descendo da carruagem com um guia a sua espera se aproximando e entrando na floresta, com um longo vestido que cobria a sua cabeça e pés, emanando uma grande quantidade de energia dourada (Zariel fazia isso), criando uma névoa ao redor, fazendo-a se assustar e o adormecer, surpreendendo-a colocando a mão em sua cabeça copiando seu conhecimento e lembranças e sondando seu idioma, roubando sua roupa ouro e a carruagem jogando o velho no chão e os deixando inconscientes e nus no meio da floresta, enquanto andava com suas roupas.
Descobrindo que estava em um país chamado Portugal em Lisboa, perto de uma Igreja, um local de reza, para um deus invisível chamado Deus, sem nenhum sentido e prova para acreditar, somente uma espécie de tal livro escrito por antigos que viveram há muitos anos atrás.
Modificando a natureza ao seu redor, e fazendo a seu próprio modo em objetos de pedra chamada: casa, que de certo modo eram frias e desconfortáveis que a sufocam, com diversas torres e modos muito estranhos.
Andando até ao templo chamada Igreja, ela modifica as lembranças daqueles que viviam lá os fazendo pensar que ela vivia na prisão de pedra, sondando aquele lugar que ela achava interessante.
Ao perceber que eles tinham mais de um nome herdavam o nome de seus antepassados, e para se diferenciarem de outros para serem superiores ou diferentes davam nomes complicados, então para se assimilar aos outros criou um nome próprio como: Zariel Taínu Larieuel Ludmi Ermínia Enohako, (um nome bem grande) para todos que a conheciam e seus companheiros.
Descobrindo mais tarde sobre a existência de uma pessoa com poderes mágicos, podendo ver o futuro, conversando com a chamada Iolanda dos Milagres, que se achava possuída por um tal de Satanás, que a prejudicou com ilusões infelizes, ela somente via desgraças e calamidades.
Fazendo com que seus pais a mandassem para o tal de Convento por que corria o risco de ser queimada viva pelos aldeões, que achavam que aquilo era maléfico coisa do Diabo, o único que podia ver era Deus.
Ganhando sua confiança pouco a pouco ela a convence de que se suas visões fossem maléficas ela já teria prejudicado alguém, de que ela teria um dom especial que devia ser usada para seu bem de outros se for importante e atingir o limite de seu potencial.
O que foi mais prejudicial quando ela disse isso fora quando Iolanda disse que viu o vilarejo dela sendo queimada, e várias pessoas morrerem, algumas crianças morrendo queimadas, demorou a Zariel explicar que aquilo era o destino e que isso acontecia com todos e que ela não podia evitar, que ela se salvou sendo expulsa de lá.
Sabe-se que Zariel pode ter usado seus poderes para controlar a mente de Iolanda, tendo usado poderes telepáticos, telecinéticos e videntes para convencer a vidente já que ela era devota da Igreja e uma cristã fanática, ganhando sua confiança pouco a pouco.
Algum tempo depois da chegada de Zariel o Convento havia recebido uma outra freira, ajudado por eles alguns velhos raquíticos e que traziam também um velho esclerosado os dois foram encontrados por druidas que peregrinavam por aquelas bandas, e os levaram até aquele lugar, que foram enxotados aos chutes pontapés e muitas palavras ásperas e insultuosas.
O velho raquítico, esclerosado e com crises de memória que parecia ter o mal de alzaimer ou de parquinson (só fora constatado estas doenças hoje em dia), já que não parava de tremer e sempre que falava perdia o fio da meada sempre se esquecendo do que dizia e com quem falava, assim desistiram de falar com ele e o deixaram de lado trancando-o em uma cela como se fosse um louco.
Encontrada como ela veio ao mundo, suja há dias inconsciente, além de ter breves momentos em que acordava de segundo em segundo quando havia chegado no convento, mas voltava ao seu momento de estupor e não falava coisa com coisa, mesmo assim as freiras chamaram um bispo que acreditavam que tirava diabinhos, espíritos endemoniados e crias do satanás do corpo de qualquer um.
Naquelas horas o bispo chegou a conclusão de que ela fora atacada e copulada por um demônio e possivelmente pelo próprio Satanás que deixara uma cria dentro dela e até lá ela iria ficar daquele jeito até parir a criaturinha, o anti cristo e levar o caos e a destruição(pelo menos fora esse relato que Zariel deu nesta época...
Zariel havia perguntado a todos os padres e freiras do Convento e por último ao bispo como ele havia chegado àquela conclusão tão surpreendente o que o deixou sem respostas por alguns minutos e depois em seguida disse:
― Bom tudo que não vimos e for anormal, e não for feita com a fé em deus além de estar nua o que não deveria acontecer, já que ela é uma freira, o desconhecido é do Satã...
Ao averiguar com todas as fontes de seu presente passado e em seu futuro bem mais tarde parecia moda que sempre que acontecia algo de extraordinário parecia moda ser obra de Lúcifer ou bruxaria, praticamente milagre e poder de deus era da igreja ou de santo seria muito raro...
Alguns tempo depois Zariel foi ao quarto onde colocaram a pobre frieira estava aparentemente muito doente descobrindo que a causa era a falta de energia vital, espiritual e mental retiradas por ela quando chegou lá, assim ela acabou por andar pela floresta em busca de alguma criatura que fosse poderosa, mas como não tinha foi tirando de todas as criaturas que encontrava em sua frente desde duendes, guaxinins, elfos, fadas, lobos, ursos, cavalos, dragões e pulava de local em local usando teleporte de convento em convento tirando de outros padres e freiras, o que causou o maior furdunço e todos pensaram ver aparições demoníacas, até recuperar toda a energia e conhecimento que roubara da freira, deixando o padre responsável com muito trabalho para tratar de outros “possuídos por Satã”, sendo até muito engraçado a reação de outras freiras e padres ao encontrá-los caídos e sem sentido da mesma forma que a mulher...
Se pensarem de uma forma se tornou uma situação hilária todos os acontecimentos decorrentes dos padres, monges e freiras encontrados, eles queriam exorcizar a freira, benziam e havia desmaios e ataques histéricos, falaram ate que o mundo ia acabar, bem a deus que o local era distante da civilização se não iria se espalhar todos ficariam sabendo e atrairiam muita atenção...
Assim depois de dois meses e meio que reuniu energia o bastante em um garrafão de uísque que levava a todos os locais, fazendo os outros pensarem que ela era uma beberrona e ia comprar mais bebida, mas ninguém conseguia pegar a garrafa dela, já que ela tinha um comportamento egoísta com relação àquilo, ela levou a noite o garrafão no quarto dela e o despejou na sua goela abaixo, fazendo antes um escudo antibarulho e impedindo todos de acordarem ou de se aproximarem de lá.
Quando ela despejou os poderes surgiu uma luz vinda do corpo da mulher que se expandiu por todo o quarto, assim uma energia cobriu todo o quarto saindo pela janela formando raios de energia.
No mesmo momento ela acordou e começou a fazer inúmeras perguntas.
― Onde eu estou, quem é você, quem sou eu, que lugar é esse, por que eu estou vestida assim, onde estão as minhas roupas... o meu cavalo, o meu bom pai, meu deus...
― Dããããããã... Sabe... Bem... Bom..., quer saber mesmo...?― Perguntou Zariel insegura pensando rapidamente muito apreensiva.
― Sim, sim, sim...É claro..., Quem é você?― Perguntou a mulher começando a se assustar com uma expressão aterrorizada e os olhos esbugalhados.
― Você viajou... Para ooooooo... Édem... Foi conversar com Deus...― dizia Zariel tentando forçar a mente e mentindo falando cada palavra que vinha para a sua mente.
Essa mulher era uma missionária de outro país, que viajava para lá, bom eu não tenho o que dizer muito dela no momento, mas Zariel não havia contado a ela que roubara sua vida e força vital, o que dava na mesma, e nem dera outras fontes de energia.
Deste modo Zariel falou muitas historias cabeludas a seu respeito e o que realmente aconteceu ela nunca contou, a convencendo de que ela teve uma viajem para o paraíso e recebera poderes dados por Deus para peregrinar juntamente com ela em busca de semelhantes e aprendizado, mesmo que ela não se lembrasse de absolutamente nada.
Assim também convencendo-a de que sua invulnerabilidade e sua grande quantidade de poder de proteção era natural, mesmo que a única coisa que lembrava era de muita névoa e uma dor seguida por luzes em seu corpo, ela fora convencida de que não deveria revelar seus poderes as outras a não ser para Iolanda que seguiu viajem juntamente com ela, depois de serem convencidas por Zariel, já que disse que ela era uma mediadora de Deus.
Seu pai também recebeu uma boa quantidade de energia de Zariel, mas de alguma forma não voltou ao normal por completo, e parecia um velho esclerosado muito louco, mas ele ganhou a habilidade de quando tocar nas pessoas dar a elas o don que quisessem, mas com grandes efeitos colaterais eles ficavam psicologicamente alterados muito loucos dependendo das vezes que quisessem possuir poderes de vez em quando pareciam altistas ficavam no mundo da lua.
O velho também parecia uma fonte de água da vida ambulante já que muitas vezes as pessoas mudavam de forma, e ficavam loucos para sempre.
Zariel suspeitava que sua nevoa fazia muito mal a algumas pessoas e alguns animais não humanos, como cervos, cavalos, gatos, duendes, guaxinins, fadas entre outros, mas mesmo assim ela usava causando graves efeitos colaterais a suas vítimas, muitas enlouqueciam, usando também em uma pobre freira que ficou louca e esclerosada.
Revelando mais tarde que ela não era daquele país e que estava viajando, contando toda a história (menos a parte de que retirou a força vital de Mariana e nem de outras criaturas, o que ficou difícil de explicar como sabia falar e escrever em seu idioma, como chegou lá e onde vivia dizendo que vinha de longe) e as convencendo de seguir viajem para aperfeiçoar seu poder e conhecimento e procurar outras pessoas que fossem parecidas e tivessem dons interessantes, desconhecidos, reprimidos por outros para se juntarem a elas em sua viajem.
Em suas viagens Zariel freqüentemente usava roupas de freira, cerimoniais, sacerdotais, ou se metamorfoseando em um homem e usando roupas sacerdotais, batinas, ou um sacerdote, passando por inúmeros locais e fazendo serviços em troca de ouro, transporte e objetos de valor, dizendo que iria exorcizar o local que era amaldiçoado e que o tal do Satanás estava possuindo pessoas, na casa do homem mais rico, para pelo menos dormir uma ou duas noites no máximo uma semana, e com sorte um mês, sendo uma desculpa velha e eficiente que sempre funcionava, já que por todo o local que passava sempre mandava noticias de que esses territórios, castelos, mansões e diversos outros locais precisavam ser exorcizados e pessoas que eram possuídas.
Além do mais a maioria dos companheiros de Zariel sabia que ela tinha a habilidade de evocar espíritos e trazê-los a Terra, além de enfiar espíritos a força em corpos desconhecidos que sempre iam embora depois que Zariel os tirava, sabendo que aquele que trás o manda de volta, na maioria ninguém consegue desfazer um feitiço feito por ela, e as almas foram sempre trazidas à força.
Começaram a viajar por toda Portugal em busca de pessoas ou seres diferentes que fossem oprimidos, encontrando o demônio da esperança, um necromantes, elfos, fadas, duendes, gremlins bruxos, sacerdotes, anjos caídos, magos, seres amaldiçoados e toda a patota de bichos, e muitas outras criaturas diferentes, na verdade ela estava à procura de alguém de grande poder.
Na maior parte ninguém sabia que Zariel pretendia era reunir poder suficiente para tomar para ela.
Quando perguntavam por que ela cobrava pelos seus serviços, já que era trabalho de deus, ela sempre dizia:
― É para o bem maior, alias como vocês acham que vamos construir o local ou como vamos sobreviver já que viajamos a procura de semelhantes sem dinheiro e roupas, inclusive jóias... ― Ninguém jamais descordou dela ela adorava coisas brilhantes, já que era muito persuasiva.
Todos aqueles que se uniram a ela tinham um intento, mas alguns daqueles que se uniram a ela tinham o mesmo sonho o mesmo ideal, que seria: criar um local onde ninguém se importasse como você é nem o que você tem de especial, abrigo, onde pudessem ensinar o que for melhor e como usar suas habilidades, todos com contextos e ideais diferentes, mas sentiram em Zariel alguém especial, sendo uma líder, companheira e guia, uma mulher de grande sabedoria, o único problema era que ela estava atrás de poder e conhecimento, sendo nessas viagens onde ela aprendera a ler, escrever, desenhar em vários idiomas diferentes e a fazer as outras magias dos países estrangeiros, como oclumencia, que para ela era desnecessária em muitos aspectos, astronomia e muitas outras técnicas mágicas, mas ela queria aprender.
Com o passar do tempo ela começou a valorizar as outras criaturas e os seres além de se familiarizar com diversas criaturas, mas não perdeu o hábito de absorver os poderes e as almas de fadas, duendes, gnomos, e de alguns inimigos, mesmo assim ela era e ainda é muito gananciosa, mas tem um grande valor, mesmo assim ela começou a pensar que algumas pessoas deixavam a desejar, e outras tinham grandes qualidades, para falar a verdade ela somente pensava em conseguir mais poder e conhecimento e aliados, além de escravos felizes, deste modo que não se unia a ela, passava a não lembrar que tinha poderes, sendo uma perfeita lavagem cerebral coletiva para todos aqueles que sabiam, seus colegas nunca souberam disso.
Com todos aqueles acontecimentos ela compreendeu a idéia de criar um bom local para um aprendizado e abrigos para aqueles que sofreram muito em suas vidas, e aqueles que sofrem preconceitos também.
Ela adquirira o poder de sondar e copiar os idiomas e poderes de outros seres, assim sendo eles seguiram viajem por muito tempo e além de seduzir aqueles a quem achava interessante e que podia ser importante ou controlar alguém que fosse um pretendente.
Passando por um pequeno vilarejo, que ficava depois de um pequeno bosque, e de inúmeras pedras retangulares fazendo círculos um dentro do outro, retas e em pé, uma dentro da outra e muito grande de cor acinzentada com diversos animais que nunca viram em suas viagens, era em frente a um templo de pedra destruída com inúmeras lapides ao redor.
Vivia lá uma pequena comunidade de aldeões que estava sendo oprimida por um sacerdote e controlador de espíritos e mortos que estava em busca do cristal de Akran e de seu poder para poder dominar o mundo.
Ele podia levantar seres mortos de seus túmulos a procura do cristal, matando todos que estiverem em seu caminho ou se opor a ele, podendo modificar o espírito, formatá-lo a sua vontade e controlar criaturas das trevas.
Eram oprimidos por esse controlador de espíritos e todos se refugiaram em um antigo templo semidestruído que era guardado e protegido com um escudo místico, pelo sacerdote de Akran, chamado Nerus.
Ele ajudara os refugiados deixando-os abrigados no templo e aumentando o escudo ele relatou o que aconteceu a Zariel e seus companheiros quando eles chegaram lá se defendendo de mortos vivos e diversas criaturas monstruosas.
Sabia-se que até mesmo alguns bruxos tinham preconceitos com relação a criaturas mágicas, ou mestiços de várias espécies com relações a seres de aparências diferentes, mas esses habitantes eram protegidos por uma criatura de imensas asas que havia perdido suas chamas e tendo seus poderes baseados no Sol e na Lua quando faziam as cerimônias em sua homenagem.
O local fazia parte de uma dimensão e portal mágica chamada Difium, um local protegido por Akran o guardião do Cristal de Akran o guardião era responsável pela beleza e proteção daquele mundo do vilarejo próximo ao templo que era uma espécie de portal, sendo uma espécie de ave dourada e azul, imensa, asas negras, pescoço longo e duas cabeças, tendo uma ametista na testa e uma opala de fogo no peito tendo o poder de ressuscitar os seres, manipular espíritos, modificar a alma, trazer os espíritos a terra, e controlar as chamas das trevas e as chamas espirituais tendo imensos poderes podendo controlar a realidade e modificá-la, mas para isso deve-se convocá-la, a guardiã do cristal de Akran que confere grandes poderes a seu portador, ou a alguém digno de confiança, respeito e generosidade.
O Cristal de Akran era uma pedra em forma de um cristal de cor vermelha, preta e branca que conferia grandes poderes quase divinos a seu portador e àquele que a invocasse não importando quem fosse, mas ao convocar a pedra convocava o seu guardião que protegia a pedra e o seu verdadeiro guardião.
O Controlador de Espíritos acreditava que tinha poder suficiente para controlar a criatura com a jóia de Maisa sendo o seu anel verde que ficava em seu dedo indicador da mão esquerda que ele mesmo criou com o intento de controlar os vivos e os seres mágicos.
Zariel se interessou muito pelo local ficando por lá e também para ajudar aquelas pessoas e também antes de irem embora levar algumas mudas e sementes de muitas ervas e plantas em sua mochila, ela achara um bom local para se arquitetar um plano livrando o local do controlador de espíritos e ao mesmo tempo gerando um filho e aprendendo novas técnicas com um aliado e um suposto inimigo, seria como matar dois ogros violentos com uma machadada só.
Ficando um ano no local, enquanto seduzia e enganava manipulando o sacerdote maligno, enquanto ela se aproveitava das riquezas, roupas, diversas outras coisas e de escravos, ele destruía o local, gerando uma filha de cabelos negros e pele branca, de poderes razoáveis, já que ela o achava poderoso e bom proveitoso, adorando cada vez mais ficar no local.
O que é bom nunca irá durar o suficiente, e descobrir que ele tinha inúmeras concubinas quando ela não estava, mas ela também ficava com as concubinas dele nas horas vagas, esse seria o único motivo de continuar ajudando a resistência, “graças” às visões de Iolanda com a ajuda do sacerdote Nerus que deixou o guardião se fundir a ele e possuir seu corpo, assim conseguindo maior poder para enfrentar o seu inimigo, eles o destruíram, absorvendo seus poderes, em uma convocação, sendo naquela hora o aparecimento de Akran convocado por Nerus se separando de seu corpo para ajudar a vencê-lo, proclamando depois que o seu mundo graças a eles estará novamente protegido contra invasões e aqueles que estavam em busca de destruição, dominação e o caos, ensinou-os o Laço da União Divina, que consistia em fazer um escudo em forma de reza contra aqueles com más intenções e camuflá-los levando a uma outra dimensão através de um portal dimensional, contando que aqueles que fizerem o Laço tiverem seus poderes compartilhados e serem poderosos o suficiente, o templo, não poderia ser sustentado sem a ave, mas os habitantes do vilarejo não queriam que mais ninguém usufruísse o poder do templo que era grandioso, mesmo que para isso devesse ser destruído e todas as plantações não rendessem como antes e acabassem morrendo no inverno, não podiam deixar que mais ninguém quisesse controlar o local, assim eles deram o cristal de Akran a ave e fecharam o portal do templo do poder, ficando naquelas redondezas sem a proteção de sua guardiã, tendo que plantar seus alimentos ao próprio custo.
Mas as pedras também serviam para se comunicar com os seres de outro mundo e trazer poder e diversos seres aquele local entre outras coisas, mas o poder diminuiu sem a ave.
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